É teoria antiga dos sábios e pensadores que no trem da vida somos passageiros que ao desembarcar na terra trazemos junto nosso bilhete de retorno. Na prática, aprendemos desde pequenos quando matriculados na escola da vida que nem o trem e tampouco a vida nos pertence. Apenas nos foi concedida pelo Senhor dela e que por conta disso devemos não só fazer o ensino fundamental e sim todas etapas do ensino para que ao retornar estejamos graduados. Fato que, muitos não saem da primeira faze do ensino (aqueles que são doutrinadores distintamente e contraditoriamente por suas crenças a acreditar cegamente em seus doutrinadores a exemplo da narrativa da proibição de Adão e Eva de comer o fruto da verdade, sem lhes ser permitido pensar ou questionar os escritos na coletânea de relatos do livro que norteia a vida – bíblia e os rituais de cada escola - igrejas). Outros mesmo doutorandos (aqueles que vão além do que ouve ou vê, questionam, aprofundam e descobrem que santos beatificados por terrenos e que Deus é uno, Maria é una e que o filho d’Eles não morreu pelo nosso pecado e sim, porque no ensino médio aprendemos erroneamente que assim fora quando só no doutorado aprendemos que o Filho de Deus morreu porque Ele veio para derrubar a teorias fracassadas desse ensino fundamental e ensinar que para o Pai importa apenas o amor, a essência e o próprio Deus. E que a humanidade corrompida pelas ferramentas do ensino conveniente a perpetuação do engano como abuso, ambição e autoritarismo, cobiça, corrupção e ciúmes, desonestidade, fraude, ganância, inveja, lisonja e luxúria, maldade e mentira, ódio, perversidade e prostituição, sagacidade, usurpação e vaidade) o crucificaram e maltratadas até a exaustão. E no sentido amplo da questão existencial crer e permanecer em tais crenças por conveniência alheia a verdade que Cristo veio nos mostrar e por se colocar inferior as doutrinas de humanos ante o medo daqueles que crucificaram Jesus mostrando que qualquer um que contradizer às ferramentas enganosas serão igualmente crucificados pela maldade impregnada em vossos espíritos por uma das ferramentas malignas e assim seguem crucificado seus semelhantes, antecipando dessa forma pela crendice de ser a vontade de Deus, a partida desses passageiros.
Partidas antecipadas não por suas vontades ou pela vontade do Senhor da vida como nos fazem crer e sim deszelo daqueles que ficam sob o comando de uma das bilheterias.
E sem dúvida alguma como forma de desmanchar paradigmas é o que a Pandemia do Corona Vírus tem nos mostrado. Uma superioridade ímpar diante da inferioridade coletiva.
No entanto, têm os que pela amizade e confiança pelo Senhor da Vida, que lhes bastam o amor a si e ao próximo e a essência do que Cristo deixou para seguir a jornada de aprendizado terreno, cientes que tudo que conquistam são empréstimos e que a bagagem deve estar preparada porque não sabemos a hora da partida e quando partimos ela caberá tão somente no compartimento da alma, portanto, vivemos com amor, alegria e gratidão, sem apego as conquistas terrenas, vaidades ou futilidades porque por mais que uns consegue adiar ou remarcar o retorno da partida eterna, outros, trocam por desconhecimento do real sentido da estada terrena ou por enganos da auto estima, bem estar, inocência e até da vaidade a passagem de trem por uma de avião ou pegam caronas em foguetes. O que pode ser considerado desculpas dos bilheteiros no controle das atividades terrenas ou da volta, ou apenas distração daqueles que tão plenamente as coisas mundanas vivem.
E nessa falta de controle, em tempo de descontrole surreal, mesmo contrário a vontade daqueles que tanto amam, dentre tamanha lotação em todos os meios de partir, sufocada pelo descuido mais uma passageira retorna junto a tantos outros e penso que pela rapidez ela pegou carona no genial foguete brasileiro que em tempo impróprio é possível que desviou inúmeros recursos das necessidades essenciais dos brasileiros... E que para nós mortais mesmo confiantes nos desígnios do Senhor da vida, ainda que sabedores que vamos retornar a qualquer tempo, incompreendida vaidade descabida e inaceitável desfecho, até questionável ante a fé que professamos no Senhor da Vida anteceder afetuosa partida. Ente da minha vida! Saudosa lembrança por vez preenchida o vazio pela magnitude de Deus, pela vida multiplicada que fica e que tornará a dor em força e risos ingênuos de gratidão.
Gratidão, por cada dia que viveste e pela preciosidade que escolheste viver preenchendo nossas vidas de risos generosos, bondade extrema, felicidade extasiante e amor pela vida e os seus. E perdão querida se minha fé fragilizada pelo tempo de perdas e de abandono público não foi suficiente para ser atendida quando a Deus pedi por sua vida. Para sempre cativa doce menina. Gratidão!
By CLEUTA PAIXÃO
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